Eis aqui um documentário altamente ilustrativo…
Um documentário sobres as grandes fortunas portuguesas, a sua persistência no tempo, e o apoio que recebem do Estado, ou directamente ou “legalizando” manobras financeiras muito suspeitas.
Pinto da Costa voltou a falar no final do clássico da Luz, mas desta vez para lamentar a “influência” de Artur Soares Dias na vitória do Benfica, tendo apontado dois erros graves ao árbitro: “Resultado justo? Isso é subjetivo e não vai resolver nada. O Benfica marcou três golos, nós dois, e tenho de lhes dar os parabéns porque ganharam. Se calhar, vão todos dizer que foi uma grande arbitragem… Espero que a comissão de análise verifique como é que foi marcado o segundo golo do Benfica e que veja como foi assinalado o fora de jogo ao Hulk aos 87 minutos, quando ele se encontrava completamente isolado”, começou por afirmar Pinto da Costa, antes de voltar ao tema… Bruno Paixão, que teve mais uma noite infeliz em Barcelos, na mais recente derrota do Sporting. “Não vou analisar mais a arbitragem de hoje [ontem], porque quem vê as atuações do senhor Bruno Paixão e do senhor Marco Ferreira [jogo com a Académica, no Dragão] até fica com a sensação de que este é um grande árbitro. No entanto, ninguém pode negar que o senhor Artur Soares Dias teve influência no resultado, mas não vou desculpar a derrota com isso. Perdemos, o Benfica ganhou, e esta é a taça deles, um dos seus grandes objetivos, portanto, repito, estão de parabéns. Estou satisfeito porque não se lesionou ninguém, nem houve expulsões, apesar dos muitos amarelos… Aliás, cheguei a temer que não chegávamos ao final do jogo com onze. Mas controlámos bem os jogadores e desta já estamos livres”, ironizou.
Na sequência da conversa, Pinto da Costa: a Comissão de Arbitragem, tal como os treinadores que dispensam os maus jogadores, têm de impedir de apitar os árbitros que forem reconhecidamente maus”. Será Bruno Paixão um desses casos? Falei da arbitragem do Bruno Paixão no nosso jogo em Barcelos. Aliás, não sei se ele tem galo ou se são as equipas que vão lá jogar… Acredito que a arbitragem do jogo do Sporting, apesar de ter sido infeliz, não foi tão má como a nossa.”
O presidente portista utilizou novamente a ironia para se pronunciar sobre a declaração de Jorge Jesus, que afirmou ter ficado ontem provado que o Benfica é melhor do que o FC Porto. “Provou sim senhor! Na Taça da Liga já provam há quatro anos”, limitou-se a afirmar, antes de recusar vantagem no campeonato pelo facto de o FC Porto não estar presente em mais nenhuma prova. “A única vantagem que temos é de um ponto. As equipas que têm plantéis como o FC Porto e o Benfica não se podem desculpar por estarem em várias provas. Isso é ridículo”!
O portal espanhol “El Confindencial” dá conta de que José Mourinho e Iker Casillas quase não se falam desde há um mês. A relação entre os dois nunca foi fantástica, mas no último mês deteriorou-se.
Na origem desta animosidade entre capitão e treinador estará a pressão extra que o Mourinho coloca nos jogos frente ao Barcelona, bem como os comentários que o técnico português sobre arbitragens. Mas tudo terá começado no início da época, quando se soube que Mourinho estaria a pensar em tirar a braçadeira de capitão a Casillas.
Desta feita, segundo o “El Confidencial”, guarda-redes e treinador se respeitam, mas esse respeito não se estende além do relvado.
Sporting benfícios da arbitragem e artimanhas do Benfica - 1 …Os grandes testes começaram agora… e o Sporting baqueou, embora seja forçoso reconhecer que teve alguns jogadores importantes lesionados na pior altura. Em contrapartida, não encontra a menor desculpa nas arbitragens, antes pelo contrário: só não ficou praticamente afastado do Jamor porque, mais uma vez, se aproveitou da superioridade numérica para recuperar e beneficiou dum golo irregular, já depois da hora (há um off-side posicional que claramente impede o guarda-redes do Nacional de ver a bola). E, no campeonato, os oito pontos que Eduardo Barroso se queixa que lhes tiraram já não bastariam para os fazer igualar Benfica e Porto…!Perdida a luta pelo título, perdida, sem dúvida, a luta pelo segundo lugar, ao Sporting resta levar muito a sério o desafio do Braga e tentar vencer a luta pelo último lugar no pódio e o último a dar acesso à Champions. Aliás, e esquecendo aquelas absurdas estatísticas da tal Fundação das Estatísticas do Futebol, é da mais elementar justiça reconhecer que os últimos anos têm consistentemente afirmado o Braga acima do Sporting, como o quarto grande (ou o outro médio, sendo que então haveria só dois grandes, Porto e Benfica).
No jogo de Braga com um resultado justo e previsível desde o início, mais uma vez constatei esta característica, tantas vezes fatal, dos treinadores portugueses, quando confrontados com um jogo difícil: refugiarem-se em alternativas que privilegiam o reforço do meio-campo e do jogo defensivo com jogadores certinhos e de contenção, em prejuizo dos jogadores desequilibradores e mais ofensivos. Querem ganhar o jogo, defendendo, em obediência ao princípio de que o melhor ataque é uma boa defesa. Assim, vimos Domingos Paciência jogar com um lateral adaptado a extremo-esquerdo -o que obrigou ainda Capel a vir para a direita, onde rende manifestamente menos – e deixando no banco aquele que é o único desequilibrador do atatque sportinguista, o miúdo Carrillo.
Para se defender da opção falhada, Domingos usou a mesma desculpa que Vítor Pereira usou em Alvalade para ter deixado James Rodriguez no banco durante 75 minutos: ambos, segundo os respectivos treinadores, tinham passado a semana com febre. Mas, se assim foi, se estavam incapazes, não se percebe porque foram convocados e sentados no banco. E se porventura a sua condição física não lhes consentia o jogo todo, não se percebeporque não arriscaram neles de início, tirando-os quando já não aguentassem, em lugar de os meter só no final, em situação de estado de necessidade. Certo é que, em ambos os casos também, assim que James e Carrillo entraram, logo o ataque das suas equipas ganhou nova alma e novo talento- tarde de mais , porém. E també não percebi porque razão, com 2-0 no marcador e avenidas abertas ao contra-ataque do Braga, Leonardo Jardim resolveu tirar o seu mais talentoso jogador e grande municiador do ataque, Márcio Mossoró, para apostar num médio defensivo, que nada trouxe de novo, apenas convidou o Sporting a vir para a frente, reduzir a desvantagem e ameaçar o empate. São estartégias que me ultrapassam…
3 – Confesso que não liguei atenção ao assunto e só despertei para ele tarde e graças a uma coisa que escreveu o Rui Moreira e outras que li avulso e como se não tivesse importânica. Escrevo, pois, com as cautelas devidas a quem pode estar a escapar alguma coisa. Mas parece (digo parece) que, mais uma vez, o Benfica se dedicou a uma das suas jogadas favoritas: contratar um jogador na véspera de ir defrontar o seu clube. Desta vez, esta prática tão desportiva e reveladora, deu-se na véspera da deslocação a Leiria, com a compra do avançado Djaniny. O mais grave, poré, é que parece também que essa aquisição e o sinal ou preço logo pago pelo Benfica, permitiu à direcção do União pagar aos seus jogadores salários em atraso. Ou seja, quando entraram em campo para defrontar o Benfica, os jogadores do União sabiam que deviam ao seu adversárioos salários recebidos. Se tudo isto é verdadee aconteceu mesmo assim, será, de facto, um escândalo, que a Liga de Clubes fique em silêncio. Em Inglaterra, uma jogadinha destas teria consequências violentas para o Benfica. Parece que há por lá uma coisa a que les chamam Fair-play.
4 – E, por falar em Liga e segundo percebi, o seu novo presidente deve a eleição à compra de votos no restrito colégio eleitoral da Liga. E digo compra e não conquista (o que seria normal), porque ele ganhou a eleição prometendo aos pequenos clubes o alargamento da primeira liga, em prejuizo dos grandes (cujo problema principal é a sobrecarga de jogos dos seus jogadores, entre clube e selecção). Foi assim eleitocontra o voto dos grandes e contra o interesse da competição – que precisa sim dum campeonato com menos clubes e não com mais jogos, mas jogos que valham a pena e não apenas oportunidades de transmissões televisivas. Confesso que nunca tinha ouvido falar no Dr.Mário Figueiredo e desconheço por completo qual seja o curriculum que o torna adequado ao cargo. Mas já fiquei a perceber como é que lá chegou. E o que percebi não é grande recomendação.
5 – O Sporting, que tão mal tem gerido o assunto das imagens do balneário dos visitantes em Alvalade, resolveu, além de proibir a entrada do jornal Público nas suas instalações instaurar-lhe uma acção em que, dizem, vai exigir um milhão de euros de indemnização. Pois, acções judiciais qualquer um pode instaurar e pode-se pedir os milhões de indeminzação que se quiser, desde que se seja rico, como o Sporting é, e se possa deitar fora um dinheirão em custas judiciais: o Estado agradece. Mais difícil é provar os danos causados pela simples revelação de um facto – a divulgação das fotografias do túnel do balneário. Sobretudo, quando são eles próprios a dizer que as ditas fotografias são perfeitamente aceitáveis e banais – aliás, recomendáveis. Em que ficamos, afinal: são óptimas para serem vistas pelos adversários, mas difamatórias se reveladas a terceiros?
Pep Guardiola é treinador do Barcelona há três épocas e meia, sendo que nunca deu uma entrevista exclusiva, privilegiando a filosofia de não favorecer um jornalista ou meio de comunicação social. Desta vez, Guardiola falou ao site oficial da FIFA, onde desvenda alguns segredos do sucesso.
Veja os temas principais da entrevista – - Razão do sucesso. – Na verdade, não se trata de nada especial. Em primeiro lugar, o respeito pela história deste clube, pela trajetória do Barcelona, que é grande em todos os sentidos. Depois, a contratação de bons jogadores e a combinação com uma boa gestão dos jogadores da formação não tendo medo de lhes dar oportunidades no momento certo.
- O que fez para obter sucesso tão rápido – Quando cheguei, era um desconhecido para todos. A primeira coisa que pedi dentro do grupo foi confiança, prometendo que as coisas dariam certo e conseguiríamos ir em frente. O principal compromisso com os adeptos foi o de que a equipa daria o máximo, correria, jogaria bem e seria motivo de orgulho pelo trabalho revelado em campo. Afinal, quando vamos ver um espectáculo, não queremos ser enganados. Os adeptos aceitam que se jogue mal, mas detestam quando não se dá o máximo. A partir daí, fomos crescendo como equipa, fizemos mudanças, afinámos detalhes, mas a ideia é a mesma: atacar, fazer o máximo de golos e jogar o melhor possível.
- Mudanças tácticas na temporada - As pessoas falam de táctica, mas na realidade a táctica são os jogadores. Adaptações são feitas para que as qualidades funcionem melhor para o colectivo. Quando se fala de táctica, é necessário pensar no que o adversário faz e nos jogadores que podem causar problemas. E é claro que o que vem acontecendo esta temporada tem a ver com a maneira como os adversários nos defrontam. Com o decorrer do tempo vamos constatando que vão-nos criando mais problemas e é necessário encontrar soluções.
- Plantel curto - Nunca me preocupei com o facto de ter um plantel curto. Tenho confiança absoluta na equipa. Pela minha filosofia, todo o problema tem uma solução. Por isso sempre penso em alternativas para resolver possíveis problemas, seja com os jogadores que temos no plantel principal ou mesmo com os jovens.
- Adaptação de médios a outras posições - O meio-campo é a parte fundamental de uma equipa. Os médios são jogadores inteligentes e que têm de pensar em toda a equipa. Sabem sacrificar-se e são os atletas que precisam compreender mais e melhor o jogo. Quanto mais médios tivermos, mais fácil será fazer a adaptação a outras posições. Com jogadores polivalentes, podemos ter elencos mais curtos e com mais opções.
- Influência de outros treinadores - A influência foi do Cruyff. Estive seis épocas com ele, que me deixou grandes conhecimentos. Outro fundamental foi Juan Manuel Lillo. Fui jogador dele somente seis meses em Culiacán, no México, mas nos demos bem e aprendi muito. Ele foi muito generoso e transmitiu-me os seus conhecimentos.
- Fim das concentrações - Ninguém passa um dia trancado num hotel antes de ir ao trabalho. Queremos que a vida normal seja a mesma: se eles não descansarem, não se cuidarem, vão jogar pior e perder o emprego. Avalio os jogadores pelo trabalho e não pela vida particular. Não sou polícia. Às dez da noite estou a dormir e não tenho vontade de controlar os jogadores. Por isso prefiro que estejam em casa com a família e não num hotel sem nada para fazer. Tentamos utilizar o bom senso.
08 Nov
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Rodrigo Moreno, brasileiro promessa, apresenta-se no Benfica
Atacante, de 19 anos, é filho de Adalberto, ex-lateral do Flamengo na década de 80. Jogador é naturalizado espanhol e já atuou pela seleção de base do país
18/10/2011 - O jornal “A Bola”, por intermédio de Fernando Guerra, voltou a praticar um exercício de contorcionismo só possível a quem há muito deixou de ter coluna, para, mais uma vez, tentar criticar o FC Porto, julgando que isso nos enfraquece. Em causa estão duas coisas, o Dragão de Ouro atribuído pelo Conselho Cultural do nosso clube ao treinador de futebol André Villas-Boas e, no seu curto entender, o enfraquecimento que isso causa a Vítor Pereira, bem como, pasme-se, o facto de o FC Porto ter iniciado a partida da Taça de Portugal sem portugueses.
Começando pelo princípio, é verdade que o FC Porto tinha muito por onde escolher para treinador do ano. Podia escolher, como escolheu, o treinador da equipa de futebol, mas também podia escolher o treinador da equipa de basquetebol, ou da equipa de andebol, ou da equipa de hóquei em patins, ou da natação. E é isso que dói ao Guerra, porque o clube em que participa em reuniões viu o FC Porto destruir-lhe os treinadores do ano no futebol, no andebol, no basquetebol e no hóquei em patins. E no futsal e no voleibol, modalidades que o FC Porto não tem, o Sporting e o Fonte Bastardo encarregaram-se disso…
O FC Porto é um clube plural, de muitas e divergentes opiniões, e o Conselho Cultural é um órgão próprio, com a autonomia própria dos homens e mulheres que o constituem. Porém, relembramos aos Guerras deste mundo que o treinador premiado ganhou uma competição europeia (ai, que saudades das vitórias no salazarismo), uma Supertaça que estava ganha pelo adversário antes do jogo começar, uma Liga sem derrotas e com resultados digamos que razoáveis frente a quem o Guerra sabe, e uma Taça de Portugal que também já estava decidida até que ficaram sem pio e nem coragem tiveram de apagar a luz.
Quanto a Vítor Pereira, pela forma como trabalha e que nós no FC Porto já conhecíamos, é um candidato a receber o prémio no próximo ano e isso é o que verdadeiramente preocupa Guerra.
Finalmente, se o Guerra fosse um homem de paz antes de atirar a pedra por causa de termos iniciado um jogo uma vez, numa eliminatória da Taça, contra uma honrada equipa da III Divisão, sem portugueses, teria primeiro dito quantas vezes a equipa dele começa jogos sem portugueses. Isso é que seria sério, mas sabe lá o Guerra o que isso é. Não é que o assunto seja importante, porque o FC Porto rejeita esta ideia xenófoba e reaccionária de distinguir os jogadores de futebol ou seja quem for pelo sítio onde nascem.
Definitivamente, há vozes que por muito que tentem nunca hão-de chegar ao céu.
PS: Informação adicional e gratuita, o Guerra só conhece os regulamentos do seu próprio clube e não sabe que mais vale estar calado do que mostrar ignorância. José Mourinho não podia receber o Dragão de Ouro em 2004 porque tinha recebido o de 2003 e o regulamento de então não o permitia. Isso não impede que, nesta casa sempre grata a quem connosco é sério e profissional, José Mourinho seja considerado um dos treinadores mais importantes da nossa história e reconhecido pelos portistas como um dos maiores de sempre.
09 Oct
Monteiro39 Uncategorized
No Sporting x F.C.Porto em andebol, que terminou com a vitória dos calimeros por 26-24, mais uma vez a dupla madeirense Duarte Santos e Ricardo Fonseca fez das suas, prejudicando vergonhosamente o F.C.Porto. É a terceira vez que esta dupla madeirense rouba e a palavra é mesmo essa, o conjunto do Campeão nacional. Duas vezes frente ao Benfica e hoje (Sábado) frente ao Sporting.
…Obradovic a ver vermelho e o F.C.Porto a ser vítima de várias exclusões absurdas, ao ponto de ter chegado a estar a jogar com apenas 3 jogadores de campo.
Está visto, com estes árbitros (jagunços) que, curiosamente, já não vêm ao Dragão Caixa há muito tempo, o F.C.Porto nem vale a pena competir. O presidente da arbitragem da F.A.P., irmão do ex-jogador dos leões, Carlos Galambas, deve estar muito incomodado com os campeonatos que a equipa portista tem conseguido e sabe muito bem o que está fazer para jogos em que é preciso travar o F.C.Porto, nomeiam-se os madeirenses… Também e para não fugir à regra, o tipo da mesa – teve grande protagonismo e a ele se deveu, também, o facto de termos ficado a jogar com apenas 3 jogadores… – coincidência, era o mesmo que na Luz, na época passada, contribuiu para o regabofe, com o técnico do F.C.Porto quase a perder a cabeça…
E é a isto que eles chamam mérito e ética desportiva…!
Esta gente é fanática e tudo lhes serve para atingir os seus fins…!
Ficha de Jogo: Jogo no Pavilhão Paz e Amizade, em Loures
Ao intervalo: 14-12.
Sob a arbitragem de Duarte Santos e Ricardo Fonseca, da Madeira, as equipas alinharam e marcaram:
- Sporting:
Hugo Figueira (gr), Bruno Moreira (5), Rui Silva (3), Ricardo Dias (2), João Pinto (3), Hugo Rocha (1) e Fábio Magalhães (3). Jogaram ainda Pedro Portela, Pedro Solha (3), Ricardo Correia, João Paulo Pinto e Daniel Muresan (6).
- FC Porto:
Hugo Laurentino (gr), Gilberto Duarte (4), Ricardo Costa (1), Filipe Mota (2), Pedro Spínola (4), Tiago Rocha e Ricardo Moreira (10). Jogaram ainda Alfredo Quintana (gr), Ricardo Pesqueira, Nenad Malencic (2) e Hugo Santos (1).
Assistência:
Cerca de 800 espectadores.
04 Oct
Monteiro39 Uncategorized
O Tribunal de Justiça da União Europeia deu razão aos “pubs” ingleses e liberalizou a transmissão pública dos jogos da liga inglesa de futebol.
A Football Association Premier League (FAPL), que detém o exclusivo das transmissões dos jogos do campeonato, tinha multado sucessivamente a proprietária de um restaurante de Portsmouth, Karen Murpthy, e intentou uma acção contra outros donos de “pubs” por recorrerem a descodificadores gregos para transmitir os jogos nos seus estabelecimentos.
Para o tribunal da UE, os acordos de exclusividade territorial contrariam a livre circulação de serviços, pelo que é absolutamente legal qualquer estabelecimento público recorrer a material de outro país para transmitir os jogos.
“Toda a legislação que impeça a importação, venda ou utilização de cartões descodificadores estrangeiros é contrária à livre prestação de serviços e não pode ser justificada pela protecção dos direitos de propriedade intelectual ou desencorajamento da ida do público aos estádios”, decretou o tribunal.
Neste acórdão ficou também definido que não é possível evocar, como fazia a FAPL, direitos de autor em eventos desportivos, já que não de tratam de criações intelectuais.
O tribunal abre apenas uma excepção aos vídeos de abertura das transmissões televisivas da Premier League, conteúdos protegidos e que requerem autorização especial de transmissão ao público.
Jorge de Sousa deve ser identificado como o principal responsável pelo empate conquistado pelo (JJ) clube da águia, ou seja, o cobardola/mercenário Jorge de Sousa. Sim, mercenário, porque a actuação dele (JS) no capítulo disciplinar foi utilizar dois critérios distintos: um (permissivo) a fazer vista grossa aos atropelos cometidos pelos jogadores encarnados, e, outro extremamente rigoroso (olhos de lince) a sancionar os jogadores azuis e brancos(um dos exemplos foi o cartão amarelo ao Otamendi!), de modo a intimidar, para agradar à Imprensa: facciosa, asquerosa, nojenta vermelha; com o fim de segurar o tacho que é continuar a ser árbitro. Para um miserável como ele a quantia que actualmente é paga aos árbitros de primeira é significativa, e para isso, trata de vender a alma ao diabo se preciso for, com medo da avaliação da tal famigerada Comunicação Social vermelha.
Quanto a tácticas. A ideia dum 9 que jogue de costas para a baliza também me parece boa, mas para quando a equipa jogar em 4x3x3. Além disso para se jogar no sistema 4x4x2 é preciso que as rotinas também estejam afinadas para esse sistema, e claro, que o quarteto do meio campo consiga jogar duns para os outros d’olhos fechados e bem conscientes da missão que a cada um compete desempenhar. Neste sistema o que será preciso é dois avançados rápidos (velocidade de pernas) e os médios ligarem bem os lances partindo de trás, para no caso dos avançados estarem eventualmente em fora de jogo, os próprios médios definirem/concluírem a jogada, como aliás tão bem fazem: Messi, Iniesta e Xávi…etc, no Barcelona!
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